Segundo a investigação, suspeita teria usado o veículo sem autorização como garantia de um empréstimo de R$ 2,7 mil, perdido o dinheiro em apostas online e inventado um assalto para tentar encobrir o caso.
Uma mulher foi presa em flagrante pela Polícia Civil após ser suspeita de registrar um boletim de ocorrência falso para tentar encobrir a perda de uma motocicleta utilizada como garantia de um empréstimo informal. Segundo as informações da investigação, o dinheiro obtido na negociação teria sido usado em apostas no chamado “Jogo do Tigrinho”.
O caso começou quando a mulher procurou uma delegacia e relatou que havia sido vítima de um assalto à mão armada. Na versão apresentada inicialmente, ela afirmou que um criminoso teria roubado a motocicleta.
Durante o depoimento, no entanto, os investigadores identificaram contradições no relato e passaram a aprofundar as diligências para verificar as circunstâncias do suposto crime.
De acordo com a apuração policial, a motocicleta não pertencia à suspeita, mas ao homem com quem ela mantinha relacionamento. Sem o conhecimento ou autorização do companheiro, segundo a investigação, o veículo teria sido entregue como garantia para a obtenção de um empréstimo informal no valor de R$ 2.700.
Ainda conforme as informações apuradas, após receber o dinheiro, a mulher teria utilizado toda a quantia em apostas em plataformas online associadas ao chamado “Jogo do Tigrinho” e perdido o valor.
Diante da impossibilidade de recuperar a motocicleta e temendo as consequências da situação, a suspeita teria procurado a polícia e inventado a ocorrência de um assalto à mão armada.
Após diligências, os policiais localizaram a motocicleta em posse do homem que teria concedido o empréstimo. O veículo foi recuperado e a mulher recebeu voz de prisão ainda na unidade policial.
Segundo as informações divulgadas sobre o caso, a suspeita deverá responder por falsa comunicação de crime e estelionato. A Polícia Civil também informou que ela possui registros anteriores relacionados a golpes semelhantes.
Após os procedimentos legais, a mulher permaneceu à disposição da Justiça.


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